Não espere o acidente acontecer. Colete informações relevantes, analise tendências em tempo real e tome ações imediatas antes que o risco vire estatística.
Conte seus dados e preparamos uma demonstração focada na sua operação.
Por que os perigos continuam escondidos na sua operação?
Se o funcionário precisa sair do posto, preencher um papel e entregar na sala do SESMT, ele simplesmente não vai relatar.
O risco é identificado, mas a informação demora dias para chegar em quem resolve. Nesse meio tempo, o acidente ocorre.
Quando o colaborador relata e "nada acontece" (por falta de feedback), ele desiste de ajudar a empresa.
Quase-acidentes, condições inseguras e comportamentos de risco revelam onde a prevenção precisa chegar primeiro.
A equipe se acostuma com o risco ("sempre foi assim"). O registro digital quebra esse ciclo vicioso.
Sem medir quantos relatos são feitos por área, você gerencia a segurança baseado apenas em "feeling".
Quanto mais fácil for relatar e tratar sinais de risco, mais informação o SESMT terá para priorizar ações preventivas.
Demos voz a quem está na linha de frente.
Qualquer colaborador, com ou sem conta de e-mail, pode abrir o App (ou ler um QR Code) e relatar um desvio.
O relato obriga o envio da foto do problema. Sem textões, direto ao ponto, com geolocalização automática.
O sistema avisa quem relatou assim que o problema for resolvido, gerando engajamento imediato.
O tipo de risco define a gravidade e o prazo — 3, 7 ou 15 dias — no momento em que o relato entra. A classificação é feita no servidor, não sugerida pelo aparelho.
Quais tipos de risco concentram os relatos, quais setores repetem e em que dia da semana aparecem. Recorrência vira padrão visível.
Resolvido, quem relatou recebe o aviso automaticamente. É esse retorno que faz a pessoa relatar de novo — sem ele, o canal seca.
O sistema categoriza automaticamente se é um Risco Alto, Médio ou Baixo baseada na matriz da empresa.
No relato anônimo o vínculo com o colaborador não é gravado — não é apenas ocultado na tela. Nem o administrador consegue descobrir quem relatou.
O relato entra com a foto do problema e fecha com a foto da correção. É a evidência que mostra que a tratativa aconteceu de fato.
Do chão de fábrica à sala de reunião em tempo real.
O colaborador vê um fio desencapado ou uma máquina sem proteção.
Abre o App, tira a foto e classifica rapidamente o tipo de perigo.
O gestor recebe o alerta e designa um responsável para correção.
Foto do "Depois" é anexada e o colaborador recebe: "Sua contribuição salvou vidas!"
O relato do colaborador entra na fila já com a gravidade sugerida pelo tipo de risco e o prazo correspondente. Quando é resolvido, o relator recebe o retorno automaticamente — é isso que faz as pessoas relatarem de novo.
O plano nasce com responsável e prazo definidos pela gravidade — 3 dias para alto, 7 para médio, 15 para baixo — e o sistema cobra sozinho conforme a data se aproxima. Dez módulos diferentes alimentam esse mesmo motor, cada desvio carimbado com a origem, então você acompanha tudo em uma lista só.
Ver como o Plano de Ação funcionaQualquer ambiente onde a observação humana pode evitar perdas.
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Comece a agir na causa raiz com dados reais vindos da operação.